quarta-feira, 2 de abril de 2008
as palavras...
as palavras que nos separaram tomam-me sempre de assalto nas horas mais inesperadas do dia. Umas atrás das outras, lentamente e armadas até aos dentes com a perversidade de me deixar só e quase morto, elas vão aparecendo nas esquinas, nos becos e nos mais escuros cantos que as minhas ruas têm. As tuas palavras sabem já que nada tenho que possa ser roubado mas insistem nesta violação que leva de mim a qualquer espécie de coisa semelhante a um coração que renasce.
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12 comentários:
olá A,
é a primeira vez que visito o teu blog. Não me acho capaz de comentar este teu post, mas queria-te agradecer teres comentado o meu.
:)
é não ouvir as palavras. ou pensar que outras virão que farão essas parecerem tão pequenas.
Sou um A, que amou um B, que ama um C e o meu coração nunca mais serà o mesmo...mesmo se sei que B nunca mais serà feliz.
A vida continua, voltasse a partilhar, voltasse a gostar, voltasse a fazer de comer para outro, surpresas para outro, viver para e com outro....mas fica para sempre um gosto azedo, um sentimento que se passou ao lado do Amor....
o amor é onde está o nosso coração no presente e não uma estrada antiga por onde andámos.
e b será sempre muito feliz para nossa infelicidade e por mais que nos doa...
Sim tens razão. Mas por vezes a minha mente levame até estradas antigas...
B quiz voltar para o seu passado e agora é infeliz, fica com nostàlgia do que fomos e vem bater a minha porta sempre que não està bem... ou seja, vinha bater, pedi que não o fizesse mais, porque B quer A e C...
é frequente acontecer...
sim... mas dou voltas e mais voltas na minha cabeça e não consigo deichar o passado para tràs, mesmo se nos actos o faço, na mente ...
e estou para aqui a contar a minha vida... quase que me ía esquecendo de dizer... gosto de te lêr....
obrigado... a nossa mente prega-nos partidas em especial quando sabemos o que queremos e queremos tanto. A dor tem sempre um objectivo na vida embora muitas vezes seja dificil perceber porque é que ela existe.
Percebo por momentos, mas nem sempre quero perceber/aceitar... Mas é tão real o que dizes.
digamos que também o vivo embora com nuances diferentes nalguns pontos...
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